quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Aos poucos, o Brasil está mudando e, somente os cegos não conseguem enxergar


Chegamos enfim, a 2020. Um ano de grandes desafios, de muito disse me disse na política do país.
Um ano em que os derrotados nas eleições de 2018 torceram muito para que o governo do presidente Bolsonaro pudesse se esfarelar, se ajoelhar diante de tantos obstáculos impostos no primeiro ano de governo.

Mas os fatos estão na mesa, às claras. De um lado, um presidente de linguajar rústico, sincero, às vezes difícil de compreender. De outro, um país que ressurge no cenário econômico, com resultados positivos.

2019 também foi um ano da retomada do emprego, da criação de mais de um milhão de vagas com carreira assinada. Tudo registrado pelos órgãos oficiais do governo.

O primeiro ano do governo Bolsonaro também foi marcado pela queda dos juros, o maior da história, com quatro e meio por cento. O PIB também tem previsões de crescimento positivas e pode chegar ao percentual de 1,17%, o maior aumento desde o ano de 2013, em pleno governo Dilma Rousseff.
Ainda tem mais: o governo Bolsonaro conseguiu jogar a inflação para o chão, assim como o risco Brasil e as reformas essenciais, como a Previdência, por exemplo.

Em 2019, o país também conseguiu acordos importantes, como foi o caso do  Mercosul-União Européia, concluído nos primeiros meses do ano passado, após 20 anos de peleja.

E como se tudo isso não bastasse para os pessimistas de plantão, tem também a queda drástica nos números da violência, que deve fechar o ano com percentuais em torno de 25% nos índices de queda de homicídios no país.

Aos poucos, o Brasil está mudando e, somente os cegos não conseguem enxergar.

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